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As férias chegaram! E agora, o que fazer como meu felino?

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Os gatos são animais maravilhosos, mas costumam estabelecer rotinas e tendem a demorar a se adaptarem a novos ambientes, o melhor é sempre tentar mantê-los no ambiente que estão acostumados e deixa-los sozinhos quando for necessário sair de férias durante alguns dias.
Tratando-se de férias curtas(de poucos dias até uma semana), é recomendável que deixe o gato em casa nas mãos de alguém de confiança que possa ir todos os dias dar-lhe comida, mudar a sua água, limpar a sua areia e acariciá-lo um pouco. Desta forma, não o tiramos do seu espaço habitual e, com isso, evitamos o nervosismo que seria gerado para que ele pudesse se adaptar a um lugar novo.
Uma catsitter (cuidadora de gatos) pode ser uma opção, pois seu gato terá companhia diariamente por algum tempo (normalmente uma hora) e, o mais importante, de um profissional treinado para o cuidado de gatos inclusive para entender o seu comportamento e pronto para atender as necessidades, vontades e denguices do seu bichano.
Outra alternativa é levá-lo a casa de algum amigo, mas é importante considerar que o animal pode demorar a adaptar-se e que, se existirem outros animais de estimação nessa casa, o processo pode ser um pouco mais complexo, pois o felino deverá habituar-se a sua presença. Lembre-se de verificar também se o local é seguro e bem fechado, para evitar uma possível e inesperada fuga.
Se o período de férias for mais logo, o indicado é que você deixe seu amiguinho em um hotelzinho especializado em cuidados felinos, pois assim ele terá toda a atenção necessária e você poderá desfrutar com tranquilidade suas férias. Uma dica é levar uma peça de roupa sua para deixar com o gatinho para que ele se sinta mais em casa.
A equipe da Bichomania está à disposição para cuidar de seu gatinho enquanto você aproveita as suas férias!

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Cachorro também precisa de férias?

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As férias de inverno estão chegando, época de dar uma escapadinha rápida para descansar. Mas já planejou as férias do seu cão? Vamos conversar hoje sobre as opções disponíveis, pois acredito que organização e planejamento antecipados são os segredos do sucesso e tranqüilidade. O primeiro passo é avaliar o destino da viagem, distância, tempo que a família ficará fora e o perfil do cão, com essa análise feita vamos ver a melhor opção para cada perfil. Se a família decidir levar o cão junto, ótimo, ele irá adorar esses dias de diversão. No Brasil já existem hotéis que aceitam animais, mas é preciso avaliar o perfil e porte do cão, talvez ele precise ficar sozinho em alguns momentos, será que ficará bem? Caso o destino seja a casa de algum familiar é bom verificar se aceitam o hóspede canino também, a segurança do local e se existem outros animais na casa. Eu não aconselho misturar cães de portes muito diferentes, pois podem acontecer acidentes. Caso anfitriões tenham um gato, ele aceita o convívio com um cão ou será um estresse para ambos? Além disso, lembre-se sempre de usar o cinto de segurança, levar o kit de primeiros socorros, a carteira de vacinação e o atestado de viagem.

Infelizmente ele não poderá ir junto, vamos pensar em alternativas. Ele pode ficar na casa de algum parente? Converse claramente com o familiar, esclareça todas as dúvidas, faça uma planilha da rotina do cão e de medicações de uso contínuo, quando for necessário. Deixe o contato do veterinário e telefones de emergência. Neste caso vale também lembrar a regra de outros pets na mesma casa.
Outra opção disponível hoje em dia é o serviço de um pet sitter, profissional especializado que vai até a sua casa, passeia ou brinca com o cão, oferece comida e água, limpa os dejetos e fornece momentos de carinho e convivência. Nesse caso é imprescindível conhecer o profissional e checar referências. Vale avaliar o perfil do cão, ele ficará bem nos momentos que ficará sozinho? É dócil? Aceitará a presença do cuidador? Esta é uma boa opção para cães dóceis que não gostam de sair de casa.
E não podemos nos esquecer dos tradicionais hotéis para cães que são ótimas opções. Existem muitos cães que adoram conviver com outros animais, brincam e se divertem. Quando optar por esta alternativa visite o local com antecedência, peça indicações aos conhecidos, cheque referências, avalie a higiene e segurança, e faça uma pré-reserva, pois esta época costuma ser bem movimentada. Se o cão nunca ficou no local faça um teste e o deixe por uma noite, principalmente se a estadia for longa. Esta também é uma boa opção para cães que precisam de cuidados especiais ou tomam medicações contínuas, pois normalmente os hotéis contam com equipe veterinária de plantão.
Converse sempre com seu veterinário antes, ele é a pessoa mais indicada para ajudar a decidir qual a melhor alternativa para cada cão. E lembre-se de relaxar e se divertir, e guardar energias para curtir seu companheiro durante ou após a viagem.assinatura_artigo_carin

Bolas de Pelo: Cuidado com elas!

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Os felinos domésticos são animais extremamente higiênicos, possuindo o hábito de se lamberem diariamente para a manutenção de sua pelagem. Entretanto, esse ritual implica na deglutição dos pelos mortos que ficam sobre a pele e que acabam se acumulando no estômago, já que não são digeríveis. O resultado disso são regurgitações esporádicas de rolinhos de pelos, denominados tricobezoares ou mais popularmente conhecidos como “bolas de pelo”. Ocorre mais em gatos com pelagem média e longa, como os das raças Persa, Maine Coon, Ragdoll ou mesmo os SRD, e em épocas de troca de pelagem, que acontecem em média a cada 6 meses, dependendo da raça do animal. É considerado normal o animal apresentar de um a quatro episódios por mês, sendo que nos gatos de pelagem curta essa média é menor.
Se as bolas de pelos passarem do estômago ao intestino podem desregular o sistema digestivo do animal, provocando alterações como dificuldade de defecação ou diarreia. Outro risco é ficarem presas e causar obstrução intestinal, que, em casos mais complicados, poderá necessitar de uma intervenção cirúrgica para a resolução do caso. Por isso, quando houve quaisquer outros sinais clínicos associados como a perda de peso, falta de apetite, constipação, diarreia ou vômitos frequentes, o animal deverá ser levado ao veterinário para uma investigação completa através de exames específicos.
Para prevenir e reduzirmos a incidência de bolas de pelo em nossos bichanos devemos escová-los diariamente, ou, no mínimo, três vezes por semana, a fim de retirarmos o maior número de pelos mortos, evitando a sua ingestão. Para isso existem inúmeras opções no mercado pet como rasqueadeiras, pentes, escovas e luvas – experimente e escolha a que mais se adapta ao seu felino para que essa atividade se torne prazerosa a ele. Tosas e banhos a cada 20 dias também auxiliam, mas apenas faça se a personalidade do seu animal permite isso. Investir em rações Super Premium é importante, pois são alimentos ricos em fibras e em substâncias que interferem na digestão, melhorando assim a motilidade intestinal.
Também é possível recorrer a uma suplementação de ômega 3, um poderoso antioxidante que combate os radicais livres e interfere na saúde do folículo piloso (estrutura que dará origem ao pelo) evitando assim a queda, além da sua capacidade anti-inflamatória que auxilia na preservação da saúde do animal. Existem ainda no mercado pastas que contêm substâncias que lubrificam a parede do intestino, auxiliando na eliminação das bolas, além de outros cuidados. Em geral, as pastas devem ser usadas uma a duas vezes por semana, basta colocar um pouco do conteúdo na boca do animal ou até mesmo na pata para que, quando se higienize, ele engula o produto. Fique atento às necessidades de seu gato! Um animal saudável e bem cuidado é uma companhia que traz felicidade aos seus dias.

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Kit de primeiros socorros é importante?

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No último feriado fui viajar com a família completa, marido, filho e cão para uma fazenda. Com alguns dias de antecedência tudo organizado, malas, mantimentos, brinquedos, medicações do filho, caminha da mascote, ração, etc. Tudo pronto, pé na estrada, agora será só diversão.

No último dia do passeio minha cachorra se machucou, teve um corte no pescoço, nada fundo ou grave. Eu estava a 40 minutos da cidade mais próxima, num sábado à noite, no meio do feriado, chovia muito, estrada toda embarrada, não sabia se havia plantão veterinário. Mas e agora eu estava preparada? Não, não estava, e isso que sou veterinária. Tinha todas as medicações de emergência do meu filho, que é asmático, mas da minha querida cachorra não havia levado. Quanta culpa. Tratei-a da melhor maneira que pude com curativos e medicação para dor e por sorte tudo correu bem e logo ela estava recuperada.
Mas e se fosse mais grave? Para onde eu iria? O que teria feito? Pensei… será que oriento bem meus clientes quando viajam com seus animais? Então vamos montar um plano de viagem?
Primeiro passo, organizar uma maleta com medicamentos de emergência. Fiz uma pequena lista: luvas de procedimento, atadura, um pacote de compressa de gaze, um pequeno rolo de esparadrapo, solução fisiológica, alguma pomada cicatrizante e um analgésico seguro e indicado para cães. Antes de viajar marque uma revisão com seu médico veterinário e peça a ele uma indicação de analgésico e pomada. Normalmente as pomadas precisam de receita e existem muitos analgésicos ou anti-inflamatórios que cães e gatos não podem usar, ou não são indicados devido à idade do paciente ou doenças crônicas. E lembre sempre de levar as medicações de uso contínuo e/ou receitas atualizadas.
Segundo passo, atualize-se sobre clínicas ou hospitais veterinários próximos ao seu destino. Faça uma lista, peça indicações, informe-se sobre os horários de atendimento e se tem ou não plantão 24 horas e só viaje com os contatos em mãos. Muito importante também é atualizar as vacinas e levar a carteira de vacinação junto. Conforme o destino um atestado de viagem também é necessário.
Depois de tudo organizado, acomode seu companheiro no sinto de segurança ou caixa de transporte, agora é só partir e aproveitar os dias de folga ao lado de quem tanto gostamos.

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