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Você sabe o que é Leishmaniose?

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Leishmaniose é uma doença séria e mata! Prevenção é o melhor caminho!

Por ser uma zoonose, coloca em risco não só os nossos mascotes, mas também os seres humanos. Transmitida pelo mosquito-palha, que se reproduz em restos orgânicos, temos que ter atenção especial também no ambiente que nosso pet vive.

A CEVA preparou um vídeo muito bacana para contar para você o que é essa doença e como cuidar de seu mascote.

E não se esqueça, a BICHOMANIA está à disposição para tirar dúvidas e auxiliar no que for preciso!

 

 

As férias chegaram! E agora, o que fazer como meu felino?

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Os gatos são animais maravilhosos, mas costumam estabelecer rotinas e tendem a demorar a se adaptarem a novos ambientes, o melhor é sempre tentar mantê-los no ambiente que estão acostumados e deixa-los sozinhos quando for necessário sair de férias durante alguns dias.
Tratando-se de férias curtas(de poucos dias até uma semana), é recomendável que deixe o gato em casa nas mãos de alguém de confiança que possa ir todos os dias dar-lhe comida, mudar a sua água, limpar a sua areia e acariciá-lo um pouco. Desta forma, não o tiramos do seu espaço habitual e, com isso, evitamos o nervosismo que seria gerado para que ele pudesse se adaptar a um lugar novo.
Uma catsitter (cuidadora de gatos) pode ser uma opção, pois seu gato terá companhia diariamente por algum tempo (normalmente uma hora) e, o mais importante, de um profissional treinado para o cuidado de gatos inclusive para entender o seu comportamento e pronto para atender as necessidades, vontades e denguices do seu bichano.
Outra alternativa é levá-lo a casa de algum amigo, mas é importante considerar que o animal pode demorar a adaptar-se e que, se existirem outros animais de estimação nessa casa, o processo pode ser um pouco mais complexo, pois o felino deverá habituar-se a sua presença. Lembre-se de verificar também se o local é seguro e bem fechado, para evitar uma possível e inesperada fuga.
Se o período de férias for mais logo, o indicado é que você deixe seu amiguinho em um hotelzinho especializado em cuidados felinos, pois assim ele terá toda a atenção necessária e você poderá desfrutar com tranquilidade suas férias. Uma dica é levar uma peça de roupa sua para deixar com o gatinho para que ele se sinta mais em casa.
A equipe da Bichomania está à disposição para cuidar de seu gatinho enquanto você aproveita as suas férias!

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Cachorro também precisa de férias?

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As férias de inverno estão chegando, época de dar uma escapadinha rápida para descansar. Mas já planejou as férias do seu cão? Vamos conversar hoje sobre as opções disponíveis, pois acredito que organização e planejamento antecipados são os segredos do sucesso e tranqüilidade. O primeiro passo é avaliar o destino da viagem, distância, tempo que a família ficará fora e o perfil do cão, com essa análise feita vamos ver a melhor opção para cada perfil. Se a família decidir levar o cão junto, ótimo, ele irá adorar esses dias de diversão. No Brasil já existem hotéis que aceitam animais, mas é preciso avaliar o perfil e porte do cão, talvez ele precise ficar sozinho em alguns momentos, será que ficará bem? Caso o destino seja a casa de algum familiar é bom verificar se aceitam o hóspede canino também, a segurança do local e se existem outros animais na casa. Eu não aconselho misturar cães de portes muito diferentes, pois podem acontecer acidentes. Caso anfitriões tenham um gato, ele aceita o convívio com um cão ou será um estresse para ambos? Além disso, lembre-se sempre de usar o cinto de segurança, levar o kit de primeiros socorros, a carteira de vacinação e o atestado de viagem.

Infelizmente ele não poderá ir junto, vamos pensar em alternativas. Ele pode ficar na casa de algum parente? Converse claramente com o familiar, esclareça todas as dúvidas, faça uma planilha da rotina do cão e de medicações de uso contínuo, quando for necessário. Deixe o contato do veterinário e telefones de emergência. Neste caso vale também lembrar a regra de outros pets na mesma casa.
Outra opção disponível hoje em dia é o serviço de um pet sitter, profissional especializado que vai até a sua casa, passeia ou brinca com o cão, oferece comida e água, limpa os dejetos e fornece momentos de carinho e convivência. Nesse caso é imprescindível conhecer o profissional e checar referências. Vale avaliar o perfil do cão, ele ficará bem nos momentos que ficará sozinho? É dócil? Aceitará a presença do cuidador? Esta é uma boa opção para cães dóceis que não gostam de sair de casa.
E não podemos nos esquecer dos tradicionais hotéis para cães que são ótimas opções. Existem muitos cães que adoram conviver com outros animais, brincam e se divertem. Quando optar por esta alternativa visite o local com antecedência, peça indicações aos conhecidos, cheque referências, avalie a higiene e segurança, e faça uma pré-reserva, pois esta época costuma ser bem movimentada. Se o cão nunca ficou no local faça um teste e o deixe por uma noite, principalmente se a estadia for longa. Esta também é uma boa opção para cães que precisam de cuidados especiais ou tomam medicações contínuas, pois normalmente os hotéis contam com equipe veterinária de plantão.
Converse sempre com seu veterinário antes, ele é a pessoa mais indicada para ajudar a decidir qual a melhor alternativa para cada cão. E lembre-se de relaxar e se divertir, e guardar energias para curtir seu companheiro durante ou após a viagem.assinatura_artigo_carin

Bolas de Pelo: Cuidado com elas!

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Os felinos domésticos são animais extremamente higiênicos, possuindo o hábito de se lamberem diariamente para a manutenção de sua pelagem. Entretanto, esse ritual implica na deglutição dos pelos mortos que ficam sobre a pele e que acabam se acumulando no estômago, já que não são digeríveis. O resultado disso são regurgitações esporádicas de rolinhos de pelos, denominados tricobezoares ou mais popularmente conhecidos como “bolas de pelo”. Ocorre mais em gatos com pelagem média e longa, como os das raças Persa, Maine Coon, Ragdoll ou mesmo os SRD, e em épocas de troca de pelagem, que acontecem em média a cada 6 meses, dependendo da raça do animal. É considerado normal o animal apresentar de um a quatro episódios por mês, sendo que nos gatos de pelagem curta essa média é menor.
Se as bolas de pelos passarem do estômago ao intestino podem desregular o sistema digestivo do animal, provocando alterações como dificuldade de defecação ou diarreia. Outro risco é ficarem presas e causar obstrução intestinal, que, em casos mais complicados, poderá necessitar de uma intervenção cirúrgica para a resolução do caso. Por isso, quando houve quaisquer outros sinais clínicos associados como a perda de peso, falta de apetite, constipação, diarreia ou vômitos frequentes, o animal deverá ser levado ao veterinário para uma investigação completa através de exames específicos.
Para prevenir e reduzirmos a incidência de bolas de pelo em nossos bichanos devemos escová-los diariamente, ou, no mínimo, três vezes por semana, a fim de retirarmos o maior número de pelos mortos, evitando a sua ingestão. Para isso existem inúmeras opções no mercado pet como rasqueadeiras, pentes, escovas e luvas – experimente e escolha a que mais se adapta ao seu felino para que essa atividade se torne prazerosa a ele. Tosas e banhos a cada 20 dias também auxiliam, mas apenas faça se a personalidade do seu animal permite isso. Investir em rações Super Premium é importante, pois são alimentos ricos em fibras e em substâncias que interferem na digestão, melhorando assim a motilidade intestinal.
Também é possível recorrer a uma suplementação de ômega 3, um poderoso antioxidante que combate os radicais livres e interfere na saúde do folículo piloso (estrutura que dará origem ao pelo) evitando assim a queda, além da sua capacidade anti-inflamatória que auxilia na preservação da saúde do animal. Existem ainda no mercado pastas que contêm substâncias que lubrificam a parede do intestino, auxiliando na eliminação das bolas, além de outros cuidados. Em geral, as pastas devem ser usadas uma a duas vezes por semana, basta colocar um pouco do conteúdo na boca do animal ou até mesmo na pata para que, quando se higienize, ele engula o produto. Fique atento às necessidades de seu gato! Um animal saudável e bem cuidado é uma companhia que traz felicidade aos seus dias.

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Kit de primeiros socorros é importante?

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No último feriado fui viajar com a família completa, marido, filho e cão para uma fazenda. Com alguns dias de antecedência tudo organizado, malas, mantimentos, brinquedos, medicações do filho, caminha da mascote, ração, etc. Tudo pronto, pé na estrada, agora será só diversão.

No último dia do passeio minha cachorra se machucou, teve um corte no pescoço, nada fundo ou grave. Eu estava a 40 minutos da cidade mais próxima, num sábado à noite, no meio do feriado, chovia muito, estrada toda embarrada, não sabia se havia plantão veterinário. Mas e agora eu estava preparada? Não, não estava, e isso que sou veterinária. Tinha todas as medicações de emergência do meu filho, que é asmático, mas da minha querida cachorra não havia levado. Quanta culpa. Tratei-a da melhor maneira que pude com curativos e medicação para dor e por sorte tudo correu bem e logo ela estava recuperada.
Mas e se fosse mais grave? Para onde eu iria? O que teria feito? Pensei… será que oriento bem meus clientes quando viajam com seus animais? Então vamos montar um plano de viagem?
Primeiro passo, organizar uma maleta com medicamentos de emergência. Fiz uma pequena lista: luvas de procedimento, atadura, um pacote de compressa de gaze, um pequeno rolo de esparadrapo, solução fisiológica, alguma pomada cicatrizante e um analgésico seguro e indicado para cães. Antes de viajar marque uma revisão com seu médico veterinário e peça a ele uma indicação de analgésico e pomada. Normalmente as pomadas precisam de receita e existem muitos analgésicos ou anti-inflamatórios que cães e gatos não podem usar, ou não são indicados devido à idade do paciente ou doenças crônicas. E lembre sempre de levar as medicações de uso contínuo e/ou receitas atualizadas.
Segundo passo, atualize-se sobre clínicas ou hospitais veterinários próximos ao seu destino. Faça uma lista, peça indicações, informe-se sobre os horários de atendimento e se tem ou não plantão 24 horas e só viaje com os contatos em mãos. Muito importante também é atualizar as vacinas e levar a carteira de vacinação junto. Conforme o destino um atestado de viagem também é necessário.
Depois de tudo organizado, acomode seu companheiro no sinto de segurança ou caixa de transporte, agora é só partir e aproveitar os dias de folga ao lado de quem tanto gostamos.

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Hora de Passear de carro! Vamos viajar com segurança?

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É bastante comum passarmos por situações em que precisamos ou até mesmo queremos levar nossos mascotes para um passeio de carro… mas será que estamos tomando as devidas precauções quanto à segurança e conforto dos nossos amigos?

Todas as situações em que viajar de carro se fazem necessário, precisamos tomar alguns cuidados em relação ao transporte de cães e gatos em veículos automotores: em relação à segurança no transito, o ideal é fazermos uso de cintos de segurança, adequados ao porte e espécie dos nossos amigos, para que, na eventualidade de uma freada brusca ou acidente, nossos companheiros não corram o risco de serem lançados para fora do veículo, podendo sofrer lesões graves ou até mesmo machucar os ocupantes do veiculo. Existem várias opções de cintos, modelos, cores… o ideal é evitar coleiras pressas ao pescoço e dar preferência aos modelos mais parecidos com peiteiras ou coletes. Também há a opção de transportá-los em caixas de transporte, opção muito adotada por proprietários de felinos, mas de igual forma, não devemos nos esquecer de fixar a caixa de transporte ao cinto de segurança do veiculo.

Vale lembrar que no Art. 252 do Código de Transito Brasileiro, é descrito ser proibido dirigir o veiculo transportando animais à sua esquerda ou entre os braços e pernas, sendo tal ato considerado infração média e passível de multa.

Assegurada então a segurança do seu amigo, vale lembrar também do bem-estar geral do seu mascote. Passeios com a cabeça para fora do veiculo, mesmo que devidamente presos ao cinto de segurança, podem levar à alterações oculares devido ao vento forte em contato com os olhos.

A tranquilidade durante a viajem também varia muito de acordo com o hábito do animal e temperamento. Alguns amam passear de carro e aproveitam muito o passeio, porém outros enfrentam muita náusea e ansiedade ao passear de carro. Para estes casos, passeios curtos até que o animal adquira o hábito são válidos, além de manter redução na ingestão de água e alimentos e até mesmo jejum prévio ao momento do transporte. Viagens longas, recomenda-se pelo menos a cada 2 horas realizar paradas para passeios curtos a fim de atender necessidades de urina e fezes e oferecer pequenas porções de água durante as paradas também. E então? Vamos passear?!

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“Doença de gato”: Mitos e Verdades sobre a toxoplasmose

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É comum ouvirmos falar sobre o risco de transmissão da doença através dos felinos, principalmente para gestantes, que geralmente são aconselhadas a evitar o contato com os gatos domésticos. Os felinos estão relacionados com a perpetuação da doença, porém o contato com estes é a forma menos comum de contágio.

A infecção não ocorre pelo simples contato com o felino e sim, pelo contato direto com as fezes do animal infectado. Além disso, os ovos eliminados nas fezes do animal precisam permanecer alguns dias no ambiente para se tornar “infectante”. Logo, a limpeza diária das caixas de areia é uma importante forma de prevenção.

Muitos desconhecem, mas a principal forma de transmissão da doença para humanos é pela da ingestão de água e alimentos contaminados, e consumo de carne crua ou mal cozida. É importante higienizar frutas e verduras, beber água tratada, lavar bem as mãos e utensílios após mexer em terra de jardins, além de evitar o consumo de carne mal passada. Para crianças, deve-se estimular o hábito de lavar bem as mãos após brincar em praças que possuem tanques de areia.

Lembrando que os gatos podem se infectar da mesma forma que nós e também merecem atenção com a sua saúde. Evite alimentá-los com carne crua, restrinja seu acesso à rua. Ao adicionar pequenos hábitos no nosso dia-a-dia, zelamos pelo bem estar deles e da nossa família.

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Enriquecimento Ambiental para Felinos

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O enriquecimento ambiental é a adição de fatores novos ao ambiente aonde o gato vive (casa, quintal ou apartamento) com o objetivo de promover distração e bem estar a esses animais levando a uma maior qualidade de vida.

Os gatos que vivem em confinamento, como apartamentos ou casas teladas, estão mais protegidos dos perigos enfrentados nas ruas e das doenças contagiosas, porém são os que mais necessitam de enriquecimento ambiental.
Interação gato-homem: pode ser feita através de brincadeiras, adestramento ou simplesmente sessões de escovação.

É de fundamental importância não estimular a agressividade através de brincadeiras rústicas, como mordidas nas mãos. A interação com outro animal deve ser feita com cautela, pois os gatos são animais relativamente solitários. Quando essa interação ocorre na infância costuma obter maior sucesso do que na fase adulta.

Uso de brinquedos: é importante observar o comportamento do gato no momento da interação, pois alguns brinquedos podem ser ingeridos pelo gato e provocar danos graves. Além disso, brinquedos que o gato não consegue “pegar” podem gerar frustração, como ponteira a laser e joguinhos no tablet/celular.
Devemos estimular nossos gatos com brinquedos que simulem uma caça que, além de distraí-los, é uma maneira de fazermos com que eles se exercitem. Sempre permita que seu gato finalize a brincadeira deixando-o pegar com as patas ou a boca o brinquedo. Dessa maneira ele entende que conseguiu “caçar” sua presa.

Algumas alternativas interessantes são: ratinhos de corda, bolinhas com guizo, penas, brinquedos com cat nip, que é uma erva que propicia sensação de bem estar ao animal. Temos também brinquedos onde colocamos ração que se solta aos poucos ou inda comedouros que criam certa dificuldade em apreender o alimento. Isso acaba estimulando o animal que acaba se alimentando e brincando ao mesmo tempo, da mesma forma que faz com a caça.

Enriquecimento físico estrutural: feito através da colocação de esconderijos e arranhadores para o gato. Os esconderijos podem ser caminhas estilosas ou até mesmo as famosas caixas de papelão, tão amadas pelos gatos.

Enriquecimento físico vertical: os gatos possuem habilidade natural de pular e escalar, portanto colocar suas coisas em partes altas da casa já um excelente começo, como por exemplo, sua caminha, suas vasilhas de água e comida e até mesmo sua caixa de areia. Além disso, a instalação de prateleiras ao longo da casa permite que o gato se exercite e que se sinta mais seguro.

E por fim as janelas! Uma janela segura e com tela é um excelente estímulo visual, auditivo e olfativo para um gato! Se a janela não tiver um parapeito adequado, encoste um móvel próximo para que o seu gato deite e observe o lado externo.

Então, vamos aproveitar as dicas e tornar o ambiente do nosso amigo mais interessante?

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Como preparar seu pet para a chegada de um bebê!

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A família vai aumentar, um bebê a caminho, todos felizes, contentes, uma correria. Escolhe o nome…decora o quarto…chá de fraldas…padrinhos e madrinhas. Mas e os pets como ficam? O que fazer agora? Com a chegada de um bebê a rotina familiar fica bastante alterada, nos primeiros dias os pais passam dias e noites envolvidos nos cuidados com o novo integrante da família. Muitas vezes os animais de estimação acabam ficando de lado, tristes, deprimidos, mas com organização e preparo todos podem ficar tranquilos e preparados.

A organização da nova rotina e o preparo do pet deve iniciar ainda com o bebê na barriga da mãe. Ao montar o quartinho do bebê leve o cão ou gato para conhecer o ambiente, não faça com que este cômodo seja um local proibido, isso vai gerar mais estresse. Leve-o até lá, mostre os novos móveis, o deixe cheirar e explorar todo o ambiente. Se quiser que ele não tenha livre acesso ao cômodo sem problemas, deixe a porta fechada, mas faça-o visitar essa parte da casa com regularidade.
Organize a rotina de passeios com antecedência. Quem vai passear com o cão quando o bebê chegar? Monte uma escala, convoque a família, funcionários ou algum vizinho de confiança. Não é possível? Contrate um passeador. O importante é o cão ter sua rotina mantida, pois os passeios diminuem o estresse que ele está sendo submetido.
Antes da chegada do bebê leve o animal de estimação ao veterinário. Atualize vacinas e vermífugos. Deixe exames de rotinas prontos. Verifique a saúde bucal, será que não é hora de realizar uma profilaxia dentária? Como está o antipulgas? Tem ração para os próximos dias? Tente se programar para evitar surpresas na última hora.
Chegou o grande dia, o bebê está chegando. Organize a rotina, leve o pet para um hotel de confiança ou convoque alguém para ficar em casa com ele, enquanto a família estiver no hospital. Após o bebê nascer leve uma roupinha para ele cheirar. Antes de levá-lo para casa de um bom banho, evite usar perfumes, o bebê pode ser sensível. Ao chegar em casa deixe o pet conhecer e cheirar o bebê. Tente passar calma e confiança. E lembre-se de abrir um espacinho em sua agenda para seu cão ou gato, alguns minutos por dia só para vocês, para dar e receber carinhos, carregar a bateria dos dois com amor e alegrias.

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Coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?

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Está chegando a época mais gostosa do ano!

Quem não gosta chocolate ??? Difícil não gostar né?!

Porém, nossos amigos peludos estão proibidos de ingerir essa guloseima e os seus derivados. Sabe por quê? O chocolate contém uma substância chamada teobromina, a qual os animais são intolerantes, ou seja, não metabolizam. A intoxicação acontece dependendo da dose ingerida e do tamanho do animal e em alguns casos pode ser fatal.

Após a ingestão, o animal pode apresentar excitação, elevação da temperatura do corpo, ofegância, tremores e arritmias. Não existe antídoto para a intoxicação por chocolate e por isso é considerada uma emergência veterinária.

Na dúvida, corre pra Bichomania! Só um veterinário capacitado poderá avaliar a gravidade do quadro e definir o melhor tratamento de suporte.

Para não passar em branco, existem no mercado algumas opções de chocolate para animais, sem teobromina. Estes estão liberados, com moderação. Garanto que eles irão amar!!!!

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